RSS

Arquivo de etiquetas: MyReflections

Stop 4 A Minute

“Turn it up, burn it up, falling down the straight line
I see a sin growing in, heading to a decline
Where from, how come I got stuck in a hole?
Won’t quit, won’t close, just got out of control

Now I need to stop for

Now I need to stop for a minute
I think that I’ve been lost here before
I think I need to stop for a minute
Yeah, I see footprints coming out from the floor

I had you close, had you most than ever before
I ate dirt ’till it hurt so you could love me more
I told lies, I disguised all of my inner thieves, yeah
And now I’m stuck and I strike like a common disease

Now I need to stop for

Now I need to stop for a minute
I think that I’ve been lost here before
I think I need to stop for a minute
Yeah, I see footprints coming out from the floor

I think I need to stop for a minute
I think I need to stop for a minute
Oh, I think I need to stop for

I think I need to stop for

Turn it up, burn it up, falling down the straight line
Yeah, I see a sin growing in, heading to a decline
Now where from, how come I got stuck in a hole?
I won’t quit, won’t close, just got out of control

Now I need to stop for

Now I need to stop for a minute
I think that I’ve been lost here before
I think I need to stop for a minute
Yeah, I see footprints coming out from the floor

I think I need to stop for a minute
I think I need to stop for a minute
Oh, I think I need to stop for

I think I need to stop for a minute”

By David Fonseca

Thank you so much Special and sweet K for the video ans thought.

Por vezes somos “obrigados” a parar, reflectir, interiorizar… as causas muitas das vezes são externas, mas a verdade é que é o interno ou a forma que funcionamos que nos obriga a fazer e dizer muitas vezes STOP.

Um processo é algo que dura, pois a única coisa que externamente perdurará é mesmo a mudança.

 
Leave a comment

Publicado por em 11/02/2010 in e-motion-s

 

Tags: , ,

A ausência nas marcas

As pessoas e as marcas comportam-se de igual modo, quando mais necessitamos delas mais ausentes nos parecem.

Talvez seja o nosso paradigma enquanto consumidor que terá de mudar perante essa “necessidade”.  Mudar o paradigma é não sentir a ausência do que necessitamos, antever e aprender.

As marcas tal como as pessoas são mentirosas, prometem estar sempre perto, mas quando realmente precisamos destas vamos ao ponto de venda em silêncio e estas não estão lá.

Muda-se novamente o paradigma, e o consumidor começa a questionar-se “porque preciso eu tanto dessa marca? por habituação? “

Geralmente é.

Confiamos e gostamos tanto dessa marca que esquecemos ou relegamos para segundo, terceiro plano outras marcas que outrora foram tão importantes; mas que no decorrer da publicidade e na falta de presença as fomos deixando lentamente na prateleira.

Cada marca é uma pessoa; cada pessoa é uma marca pois as marcas foram concebidas para ir de encontro às necessidades das pessoas e a maior parte das vezes lhes criar expectativas.

Mas, essas são sempre de cada um.

Então porque nos sentiremos defraudados quando essas marcas não nos respondem os nossos anseios?

Tal como as pessoas, uma marca quando está “down” procura o consumidor, pretende estar mais próxima, vender mais, ter mais resultados, cria relações e lá atinge a sua cota de mercado novamente.

Aí do alto da sua liderança e estabilidade, negligencia novamente o consumidor, deixando-o na expectativa de que um dia, esta voltará a precisar dele.

 
Leave a comment

Publicado por em 21/01/2010 in Geral

 

Tags: , , , , ,

Esquecer é morrer

AmaliaRodrigues-EncontroCo27306_f

É essência de muitos seres humanos deixar uma Marca da sua existência no mundo e isso verifica-se pessoalmente e profissionalmente.

São poucas as marcas que vivem dezenas de anos sem serem esquecidas, hoje faz 10 anos que uma das marcas mais conhecidas e reconhecidas de Portugal desapareceu fisicamente.

A sua marca, missão, valores não foram porém esquecidos, o seu legado continua a ser transmitido e viverá em todos que têm Amália na voz.

 
Leave a comment

Publicado por em 06/10/2009 in Geral

 

Tags:

O ser radical

É impressionante como todos temos faces e facetas que conseguimos controlar mais ou menos bem mediante um desafio ou mudança.

Numa organização usar esta prática do ser camaleão que se molda à situação torna-se uma forma de quase radicalismo.

Temos de gerir emoções de um minuto para o outro, saber estar, saber agir, saber pensar e isto tudo de uma forma tão imediata quanto o radical manda e quer.

Ser radical é arriscar é agir.

 
Leave a comment

Publicado por em 30/09/2009 in Geral

 

Tags:

Correr com as pessoas

Ultimamente tenho passado a correr mais, numa azáfama de resolução de situações entre as entidades  X,  Y e  Z.

Volto ao quartel e a minha adrenalina e velocímetro adapta-se ao meio ambiente, embora o biológico ainda não tenha assimilado a mudança.

Corro… analiso a inércia e a aparente tranquilidade dos soldados.

Um diz “Ai” e todos disparam em todas as direcções, contra tudo e todos.

Análise:
A gestão terá de ser realizada de forma drástica pois a estratégia de guerra parece não afectar os soldados.

Antes de serem soldados, são indivíduos; são pessoas.

Então, Gestão de Pessoas, a solução…ou apenas uma cadeira de um curso. Pesquiso, analiso, consulto outros sargentos…nada.

Pois, não existe Gestão de Pessoas, existem sim técnicas e práticas de liderança, motivação, gestão de stress e demais munições que poderemos usar para munir as nossas armas.

Prefiro contudo, antes usar uns ténis para que possa “correr com as pessoas”.

Esta frase pré-feita tem uma dualidade, pois poderemos “correr” ao passo das pessoas de forma a liderar, ou simplesmente “correr” para seleccionar; os soldados que correm ao nosso lado, usam ténis, os ou usam variadas munições.

Este mais tarde ou mais cedo acabarão por dar um tiro no seu próprio pé e nessa altura…não correrão mais.

 
Leave a comment

Publicado por em 25/09/2009 in Geral

 

Tags:

 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.