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Aquivos por Autor: Rui A. Cardoso

Sobre Rui A. Cardoso

Rui de Almeida Cardoso Marketing - Fotografo - Criativo - Músico Rui de Almeida Cardoso é formador na área da fotografia criativa e consultor nas áreas do marketing, comunicação e imagem. Exerceu funções de Marketing e Comunicação na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e Copidouro. Colaborou com vários órgãos de imprensa como a RockSound, LOUD, O Primeiro de Janeiro, Comércio do Porto entre outros. Realizou diversas exposições de fotografia e é autor/editor do livro de fotografia conceptual “Playing With Light”. É baterista da banda MaNtRa Project, projecto que funde mantras e yôga com rock. Criar é a sua maior motivação.

20 Dicas de Marketing Essenciais para o Facebook

20 Dicas de Marketing Essenciais para o Facebook

“Dias 28 e 29 de junho aconteceu em São Francisco a primeira AFEXPO, uma conferência focada em desenvolvimento de estratégias de marketing para o Facebook. Entre os muitos assuntos que foram debatidos, selecionamos 20 dicas de marketing que podem fazer toda a diferença em suas ações dentro da maior rede de relacionamento dos mundo. Leia e mantenha essas dicas sempre disponíveis, pois algumas poderão mudar completamente a forma como sua empresa vem atuando no Facebook.

1. Quantidade versus Qualidade

O objetivo de suas ações de marketing no Facebook  não deve ser apenas para conseguir uma grande quantidade de pessoas para “curtir” sua página. Busque pelos fãs certos e suas ações podem dar muito mais resultados;

2. Massa Crítica

Ter uma grande comunidade também pode lhe abrir as portas para os amigos de seus fãs;

3. Atenção ao EdgeRank

Por causa de um algoritmo chamado EdgeRank, a maioria das páginas só alcançam uma pequena parcela de todos os seus seguidores. Estima-se que somente 7,5% de seus fãs vejam suas postagens diariamente;

4. Envolvimento

Não fique apenas empurrando mensagens aos seus seguidores, tente envolvê-los;

5. Flexibilidade

Seja flexível, exerça seu lado profissional sem esquecer da diversão;

6. Relações Públicas

O pessoal de RP deve sentar na mesa de discussões. Deixe o pessoal das relações públicas trabalharem com a equipe de Mídias Sociais;

7. Poder de Influência

Os dados mostram que o Facebook é o topo dos influenciadores nas vendas online, mas algumas pesquisas ainda não lhe dão todo o crédito que ele merece. Seu poder de influência é indiscutível;

8. Anúncios com Qualidade

Anunciar no Facebook é uma ótima estratégia. Se puder contratar uma agência de propaganda especializada para criar um anúncio de qualidade para sua empresa, melhor;

9. Clickthrough Rate

Quanto mais altas as taxas de “clickthrough” em anúncios no Facebook, mais baixos os custos de aquisição de fãs;

10. Concursos e Promoções

Concursos não devem ser usados para conquistar novos fãs, mas para fazê-los participar de suas ações;

11. Complemento

O Facebook deve ser usado para complementar seu marketing online e não para substituir seu site;

12. Horário de Trabalho

Seu público não usa o Facebook das 8hs às 18hs (à controvérsias) sem parar, então você não pode ser um gerente de comunidade limitado a esses horários, você tem que ir além;

13. Simplicidade

Campanhas de marketing muito complicadas tem um baixo nível de resposta. Aqui também vale a velha máxima: menos é mais. Mantenhas suas ações simples e o retorno virá. Apesar de ser uma rede social, as pessoas estão ocupadas e não podem lhe dar toda a atenção que gostaria;

14. Criatividade e Interatividade

Campanhas criativas – e interativas – são mais eficientes nas Midias Sociais do que a propaganda tradicional – estática e imutável – que se originou das limitações da mídia impressa. Use e abuse da interatividade;

15. Emoção

As pessoas se conectam emocionalmente às Mídias Sociais. Pense nas emoções que sua marca poderia inspirar nessas pessoas e conecte-se a elas;

16. Propósito

Normalmente, as pessoas se tornam fãs de uma marca quando ela está alinhada a uma causa. Em que sua empresa acredita?;

17. Propaganda

Oitenta por cento (80%) das pessoas que clicaram em banners no Facebook, o fizeram porque gostaram deles. Esses novos fãs, nunca chegaram a ver a página de sua empresa. Mais um motivo para caprichar nos seus anúncios;

18. Business to Business

O marketing Business2Business no Facebook pode até funcionar, mas pare de falar tanto de sua empresa e comece a se envolver mais com seus clientes;

19. Significado dos Números

Não interprete os números por eles mesmos, compare-os com a média do seu mercado. Por exemplo: quantos “curtir” e “comentários” tem suas publicações em relação aos seus concorrentes. Esses números são muito mais significativos do que contar apenas a quantidade de visitas a um post;

20. Quantidade versus Utilidade

Não há um número certo de postagens diárias para cada tipo de empresa. Não publique nada se não tiver nada a dizer, mas publique dez ou mais vezes, se tiver muito para compartilhar. Por exemplo: algumas áreas como esportes e turismo são muito sazonais e tem mais coisas para publicar somente em certas épocas do ano. Se a área de atuação de sua empresa não tiver muito assunto, fale sobre coisas que podem ser úteis aos seus seguidores e estejam correlacionadas a sua atividade.

E você, já tem uma página da sua empresa no Facebook? Como está trabalhando com ela? Deixe o link de sua página aqui nos comentários e aproveite para “curtir” nosso blog no Facebook ;-)

Inspirado por: All Facebook
Imagem: Ross Moody – 55 Hi’s

 

Fonte: SuperEmpreendedores


 
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Publicado por em 15/07/2011 in :: MKT & COM ::, Clipping

 

Fazer acontecer

Rafael Cerveira Pinto – Consultor de Marketing

“Rafael Cerveira Pinto escreve sobre planeamento estratégico na áera do marketing. Missão, visão, oportunidades, ameaças, forças e fraquezas, relações com os clientes, concorrência, controlo de gestão, abertura à mudança, marca e inovação, marketing, estilo de liderança e fazer acontecer são os tópicos tratados pelo consultor de marketing.

Sr. Empresário, consegue-me dizer qual é a estratégia da sua empresa?

Se sim, os seus colaboradores conseguem dizê-lo da mesma forma e com a mesma consistência?

É específica, mensurável, realista e com o tempo determinado?

Existem vários casos de empresas que não têm um Documento Estratégico, actual, simples e claro que oriente a empresa e todos os seus colaboradores; outras há que nunca o desenvolveram e limitam-se e gerir no curto prazo.

Num grande número de organizações, há cada vez mais casos de frustração profissional em executivos, gestores e técnicos por não existir uma estratégia clara da empresa, criando-se situações de claro desperdício de tempo, energia e dinheiro, que certamente afectam a sua competitividade.

Missão e Visão:

MISSÃO: Porque é que existimos?
VALORES: Em que é que acreditamos e como nos vamos comportar?
VISÃO: O que queremos ser?

Depois de a empresa ter validado um “caminho”, devidamente suportado, de preferência com o apoio de consultoria de marketing e estudos de mercado, é essencial manter o foco e apostar apenas no essencial para alcançar os objectivos

Oportunidades:

Uma estratégia de crescimento tem obrigatoriamente de estar associada a uma clara identificação de oportunidades. Muitas vezes pela análise de novas tendências, enquadramento legais, tecnologias conseguem-se identificar e mapear novas oportunidades de negócio. Uma actividade de research será sempre uma mais-valia para testar uma novidade, qualquer que ela seja, e afinar uma nova proposta de valor ao Cliente, sempre compatível com as competências da empresa.

Ameaças:

Um Gestor de Marketing nunca pode deixar de estar atento aos constantes sinais de mudança, na dinâmica de mercado onde a empresa actua.

O Plano de Negócios ou o Plano de Marketing deve apontar as maiores ameaças para a sua empresa com antecedência e simultaneamente deve oferecer estratégias defensivas e cenários alternativos que permitam manter um ritmo de crescimento do seu negócio.

Forças e Fraquezas:

O reconhecimento das Forças da sua empresa vai determinar o seu potencial de agressividade comercial no mercado onde actua. Por outro lado também deve reconhecer as suas Fraquezas e encontrar formas de as superar; aqui é importante equilibrar e dar uma ordem de prioridade às opções estratégicas.

Relação com os Clientes:

Os Clientes, por norma, sinalizam os factores críticos de sucesso para a sua empresa.

Por vezes, basta estar atento para ver e escutar mensagens muito relevantes para o futuro do seu negócio. Quanto mais e melhor conhecer o seu Cliente (e potencial Cliente), através de uma correcta segmentação, maior será a oportunidade para lhe oferecer um produto ou serviço Singular.

Concorrência:

Ignorar ou subestimar a concorrência é o maior erro de Marketing.

É fundamental monitorizar todos os movimentos da concorrência, só assim conseguirá antecipar ou neutralizar actividades que possam vir a ser relevantes ao Cliente.

Este “controlo” da concorrência deve fazer parte do seu Plano de Negócios.

Controlo de Gestão:

A sua empresa tem um conjunto de indicadores de gestão, quantitativos e qualitativos, que lhe permitam verificar qual o grau de atingimento dos objectivos financeiros, de mercado, operacionais e organizacionais?

Se sim, o passo seguinte será associar uma política de avaliação de desempenho e de remuneração variável a esses mesmos objectivos, garantindo assim o foco das equipas no essencial.

Abertura à mudança:

A dinâmica dos mercados é cada vez maior e as mudanças são cada vez mais e mais rápidas, portanto, tem de garantir uma organização ágil e rápida.

È necessários ter bons líderes com as competências certas para ganhar o futuro, sejam elas técnicas ou, não menos importantes, comportamentais.

Marca e Inovação:

A criação e a gestão de marca será provavelmente a área mais importante para garantir  o sucesso futuro.

Desenvolver um Processo de Inovação, faseado, com clara identificação dos respectivos responsáveis, de forma a reduzir o time-to-market, é uma actividade fundamental para desenvolver uma cultura interna de inovação.

Marketing:

O Marketing existe para desenvolver o negócio e para inovar.

O que faz uma empresa é a sua marca, a sua oferta e as suas ideias.

Estilo de Liderança:

A recomendação é ser um líder focado, sereno e construtivo, que consegue manter a sua equipa motivada e orientada para o cumprimento dos objectivos. Cada colaborador deve saber exactamente aquilo que se espera dele. Um líder eficiente deve garantir uma correcta execução da estratégia, mantendo sempre o alinhamento e a perfomance das suas equipas.

O sucesso da sua empresa depende dos líderes que constroem valor para o futuro da organização, mas ao mesmo tempo, executam os objectivos de curto prazo.

Fazer acontecer:

Após uma definição clara do caminho que a empresa quer seguir, torna-se necessário criar uma ferramenta que integre toda a informação de forma clara e organizada, que permita saber o papel de cada área na operacionalização da estratégia – o Mapa Estratégico.

O Mapa Estratégico deve conjugar 4 perspectivas interdependentes:

1. Financeira: identifica as fontes de receita da empresa, custos e projecta o lucro.

2. Marketing: faz a gestão da marca, identifica a oferta ideal de produtos e serviços, relacionamento com Clientes e eficácia operacional, afirmando o seu “posicionamento” no mercado.

3. Processos internos: detalha o que cada área funcional deve entregar para que o todo funcione de forma integrada.

4. Organização: define as políticas, valores, programas e os suportes tecnológicos.

O Mapa Estratégico coloca sobre perspectiva os objectivos gerais da empresa e ilustra a contribuição de cada área funcional nos resultados finais.

Para assegurar a concretização de cada objectivo de forma individual, será necessário definir a estratégia para o alcançar bem como o plano de acções/operações associado.

Rafael Cerveira Pinto - Consultor de Marketing”

Fonte: http://www.briefing.pt

 
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Publicado por em 14/07/2011 in :: MKT & COM ::

 

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Mandela Day

podemos fazer a diferença,

faz a diferença todos os dias para um bem maior.

No dia 18 Julho celebra-se o Mandela Day, algo que podemos celebrar  todos os dias nem que seja por 1 minuto.

Adere ao evento no Facebook

https://www.facebook.com/event.php?eid=250946614931756&notif_t=event_invite

E se pretendes saber mais sobre quem é Mandela recomendo a leitura de Mandela – A Construção de um Homem
https://www.facebook.com/pages/Mandela-A-Constru%C3%A7%C3%A3o-de-um-Homem/164350846925374

 
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Publicado por em 13/07/2011 in :: Personal Matter::, Geral

 

Optimismo parece ser de facto a melhor forma de combater os dias cinzentos

Positivismo parece ser de facto a melhor forma de combater os dias cinzentos.

Um artigo que vale a pena dispensar uns minutos.

Optimismo. Um ponto de partida para melhorar a sua situação

Existem pelo menos duas formas de enfrentar os obstáculos: alterá-los ou alterar-nos para os conseguirmos superar

A troika aterrou em Portugal e na bagagem trazia a obrigação de usar cintos mais curtos, umas quantas doses de stresse e outras tantas de inquietação. Os portugueses andam mais preocupados e é natural que a má disposição tome conta dos ambientes de trabalho. Os chefes não o deixam em paz, os colegas estão carrancudos e entregues ao fado que é ser português. A situação do país é negra. Paravencer a crise devemos consultar quem sabe, os especialistas consideram que só há uma caminho: se as situações são adversas, rir é mesmo o melhor remédio.

O método foi explicado ao na conferência Talenting the Impossible, organizada pela Talenter – empresa que se dedica a encontrar e a cultivar talentos. Helena Marujo, investigadora e membro do Board of Directors da International Association of Positive Psychology, foi uma das oradoras na palestra que se realizou na sala principal do Teatro Tivoli. Através de uma apresentação divertida, recheada de piadas e descontracção, a psicóloga conseguiu que a plateia se conhecesse por meio de temas mais íntimos, daqueles que não se partilham com estranhos. “Qual foi a coisa mais bela que já viram hoje? Contem a alguém sentado próximo de vocês, mas que não conheçam”, pedia Helena Marujo, dando início ao exercício. Sentada na fila em frente à minha, Sofia, uma das participantes, roda meio corpo para trás, pára o olhar no meu, como que a questionar a escolha, e atira: “Isto não é nada fácil com alguém desconhecido!” E de facto não foi, mas acabámos por conversar.

A cada nova pergunta que Helena Marujo fazia, trocávamos de parceiro. A ideia era que rodássemos pela sala, que conhecêssemos gente nova e que, no final da conversa, agradecêssemos à pessoa com quem trocávamos umas intimidades entre piadinhas e risadas.

Gratidão. Esta é, de acordo com a especialista, uma das muitas ferramentas positivas a que se deve recorrer se a ideia é gerar felicidade, bom ambiente e ultrapassar obstáculos: “Os estudos mostram que quem tem níveis de optimismo mais elevados tem também mais capacidade de lidar melhor com as situações desagradáveis”, explica Marujo. Ser optimista, diz a investigadora, acarreta diversos elementos que devem ser trabalhados aos longo da vida (ver componentes para o bem-estar).

No final da palestra, Helena Marujo não abandona o palco sem resumir o que é este lema de ”ser positivo”: “É possível ver tanta coisa na mesma realidade. Se há alturas em que não conseguimos deixar o pessimismo? Sim. Mas não deixam de ser uma escolha”. Escolha essa que, garante o moderador João Catalão, administrador da YouUp, The Coaching Company, é uma base importante para o segredo da felicidade: “Ninguém vai ter o que merece, apenas o resultado daquilo que investiu.”

Qualificação vs. talento Mais do que conhecimento, a sociedade exige vocação e estratégias de valorização que permitam às pessoas manifestá-lo. “A mudança exige esforço, mas o meu cérebro não é mais forte do que eu”, assegura João Catalão, lembrando que “querer” deve ser o verbo de eleição para qualquer tarefa que queiramos desempenhar, seja ela ultrapassar uma crise ou descobrir a inclinação escondida. O mote serve para fazer entrar em cena o próximo orador. Rui Fiolhais é gestor do Programa Operacional Potencial Humano e veio falar de talento.

Como o descobrir? E como trabalhar o seu talento? Convém saber que a vocação não tem de ser uma aptidão natural. E que se houver habilidade e disposição, ela se revela: “O talento não é divino. Dá muito trabalho. Além disso é tímido. Mas toda a gente tem uma graça, seja ela qual for”, acredita o ex-assessor do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. É por isso que muitas pessoas não o descobrem.

“Para ser talentoso em alguma área é preciso estar disponível para o ser.” O talento dá trabalho. Não só é necessária qualificação, como é preciso muita atitude, muito trabalho e muita dedicação. Rui Fiolhais, que nunca sequer tinha julgado que a sua vocação era descobrir e alimentar talentos, acrescenta que ”para isto andar tudo para a frente” “é necessário reconhecermos e nutrirmos o talento dos outros”.

Este é o ponto onde Portugal mais falha. Fiolhais não acredita que o nosso país tenha capacidade para apostar em pessoas talentosas: “Há políticas preparadas para reter e fazer crescer talentos? Não, infelizmente na maior parte dos casos é negativa”, assegura. Uma incapacidade que leva muitos jovens a abandonar o país, tentando crescer lá fora. Mas não fosse esta uma conferência sobre optimismo e, ainda assim, Rui Fiolhais acredita que estamos no caminho certo: “Ninguém pode dizer que o nosso mundo e o nosso país não vão para a frente. Vão. Não há hipótese”, conclui.”

Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/127014-optimismo-um-ponto-partida-melhorar-sua-situacao

 
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Publicado por em 11/07/2011 in :: Personal Matter::

 

Mapa do Social Networking

Artigo interessante sobre o crescimento das redes social vs país.

Infelizmente não contém dados relativos a Portugal

Last July, I covered the work of Global Web Index, which offered a quick glimpse of data for global social network usage, which they called Global Web Index LITE.

Today, they shared their latest work with me – an infographic. The Global Map of Social Networking 2011 shows the size of active social networkers for each regional market and then segments them into three behavior types: messagers and mailers, joiners and creators of groups, and content sharers.

Global Web Index - legend

Here’s the entire graphic as a Slidehshare embed:

You can also download the PDF directly from Global Web Index’s website.

The legend that outlines social network penetration by country, enlarged for more clarity:

Global Web Index - legend 2

Are there any surprises for you in here? From the planning that I see many companies doing – not only in their marketing and communications efforts, but in their actual product planning and manufacturing – the BRIC markets (Brazil, Russia, India and China) are essential. That’s borne out here as well – although it should be noted that Facebook has very little penetration into Russia and China currently.

To me, it’s interesting to look at markets like Mexico, Italy, India, Russia, Malaysia and the Phillipines, where there is a greater percentage of people sharing content rather than those simply sending messages. This means that you need to have a content plan that enables active sharing of content – photos, videos, embeddable documents and slides, etc.

If you’re in a global business, how does this infographic make you think about your plans? If you’re based in a single market, how do the numbers reflect what you’ve seen?”

Fonte: http://www.scottmonty.com

 
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Publicado por em 11/07/2011 in SocialMedia

 
 
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