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Arquivo de Dezembro, 2006

“Portugal não vende porque não vê o porque vende”

Publicado por mktspace em 2006/12/17

Todos os anos o Instituto Nacional de Estatística publica um relatório do que Portugal vende e para quem vende.

Um relatório que, apesar de ignorar o turismo, dir-se-ia importante, pois sempre se tratam das vendas, não só de uma empresa, mas de todo um País, ainda que esse País seja Portugal, empobrecido precisamente por vender muito pouco. Fosse esse país uma empresa e muito provavelmente o relatório das suas vendas, além de corrigido para incluir os serviços, seria devidamente analisado, senão todos os dias, pelo menos uma vez por mês. Porque é das vendas que se alimentam os negócios e é sobre as vendas quase tudo o que é preciso saber. Leia o resto deste artigo »

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CIM.04 – Pesquisa adaptação cultura Austria

Publicado por mktspace em 2006/12/10

Alguns sites de cafés na Austria, já dá para tirar a “pinta”. Estes foram retirados de um roteiro turístico, por isso não esquecer que o equivalente aqui deve ser tipo o “Majestic”, “Avis”, “Rivoli”, os que nós temos aqui de culto.

Encontrei esta informação e muito mais neste site www.austria.info, que é mais virado para o turismo, mas que tem informação bastante útil. Até dá para cada utilizador fazer o sua própria brochura turística com a informação que mais lhe interessa, criando de imediato um pdf como este que anexo aqui só com informação sobre cafés: austria_roteirocafes

Bräunerhof * Central * Diglas * *
www.cafe-wien.at é uma cadeia que tem os seguintes cafés: Hofburg * Landtmann
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Os blogs põem em risco as agências de comunicação

Publicado por mktspace em 2006/12/09

Aquilo que se diz é aquilo que se faz. A era do lava mais branco, tão cara à publicidade, já era.

Os blogs, de uma maneira geral, são formas de expressão extremamente livres, imediatas e acessíveis. Manifestar opiniões e tentar influenciar as pessoas são dois lados de uma mesma atitude que inundou a blogosfera nos últimos anos. É um exercício tentador, na maioria das vezes extremamente solitário ou cobarde, mas que tem, não raras vezes, um efeito de escala desmesurado que espanta os próprios criadores desses espaços online.

Há cada vez mais exemplos de sites informativos e/ou opinativos em contacto directo com massas gigantescas de consumidores. Por trás destas máquinas estão muitas vezes empresas apostadas em ganhar muitos milhões à custa de uma informação que está, invariavelmente, do lado de quem está habituado a ser um mero espectador. Curiosamente ou não, estes blogs são também canais de ligação das próprias empresas que têm necessidades de comunicação diferentes junto de mercados mutantes. Mas são poucas as que arriscam a sua presença em sites feitos pelos próprios consumidores.

Seja através de textos, imagens ou vídeos, a internet mais parece um campo de batalha, no qual ninguém se entende. Ora acontece que os blogs estão a pôr em risco a maioria das empresas, as mesmas que lidam mal com o marketing viral, com a opinião dos clientes, com a concorrência, com elas mesmas ou com as simples «bocas» destrutivas.

Estas grandes empresas são normalmente consumidoras ávidas de agências de comunicação. Estão habituadas a um modelo de informação que está a cair em desuso com o advento do online e que, mais grave, está a ser totalmente alterado. Diria mesmo, brutalmente alterado. É um modelo incompatível com uma informação controlada porque, por natureza, o meio online é incontrolável. É um modelo inconciliável com uma comunicação tradicional que não sabe como responder neste novo ambiente.

Por isso, é absurdo ver marcas globais a dizer que estão a aprender o paradigma do online e criam, nos seus próprios sites, fóruns de discussão «muito livres», onde os consumidores podem descarregar abertamente as suas raivas. Quem julga que isto é estar na internet, engana-se. É preciso ser proactivo e antecipar uma tendência que já não vai parar. E, cada vez mais, será necessária a coerência nos comportamentos. Aquilo que se diz é aquilo que se faz. A era do lava mais branco, tão cara à publicidade, já era. Não entender isto porá não só em causa as empresas e as marcas mas também, por arrasto, as próprias agências de comunicação.

2006-12-07 in, http://www.portugaldiario.iol.pt, por Rui Camarinha – rcamarinha@mce.iol.pt

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Portugal: Concertos geraram mais de 22 milhões de euros

Publicado por mktspace em 2006/12/06

Os concertos de música ligeira atraíram três milhões de espectadores em 2005, proporcionando uma receita de bilheteira de 22,1 milhões de euros, indicam dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

palco

O Instituto Nacional de Estatística (INE) fez as contas ao consumo cultural dos portugueses em 2005 e concluiu que há uma quebra nas idas ao teatro e salas de cinema, mas mais pessoas nos espectáculos ao vivo e nos museus.
Contas feitas, os concertos de música ligeira atraíram três milhões de espectadores e proporcionaram uma receita de bilheteira de 22,1 milhões de euros. Estes números representam um terço da assistência a todos os espectáculos realizados o ano passado em Portugal, incluindo ópera, teatro e tauromaquia, e cerca de 42 por cento das receitas globais do sector cultural.

No total, em 2005, realizaram-se 24.471 sessões de espectáculos ao vivo, registando um total de cerca de 9 milhões de espectadores e o total de bilhetes vendidos foi de 4 milhões, gerando receitas no valor de 52,4 milhões de euros, pode ler-se no relatório do INE. Mais de dois terços dos espectáculos (67 por cento) decorreram nas regiões de Lisboa e do Norte, que concentraram também 70 e 18 por cento das receitas de bilheteira, respectivamente.

A música clássica ficou-se por uns escassos 6,2 por cento de espectadores, sendo a ópera quem saiu a ganhar, registando o mais elevado preço médio por bilhete (25 euros), seguidos pelos 19 euros relativos à tauromaquia e aos 16 dos espectáculos de variedades.

06/12/16, in http://blitz.aeiou.pt
Fotografia: Rui A. Cardoso

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Empreendedores portugueses inovam no marketing

Publicado por mktspace em 2006/12/06

Empresas geridas por jovens crescem mais
O estudo Factors of Business Success, do Eurostat, revela que em Portugal, os empreendedores inovam sobretudo no marketing, enquanto que nos restantes países da Europa a aposta na inovação recai sobre o produto.

O estudo, que inquiriu empreendedores de 15 países europeus, revela também que 37% dos empreendedores de sucesso não têm qualquer curriculum na área onde operam, pelo que a experiência não é, neste caso, um factor determinante.

A mesma pesquisa adianta que as empresas geridas por jovens empreendedores crescem mais rapidamente do que as companhias dos seus congéneres mais velhos. Nas empresas de empreendedores com idades inferiores aos 30 anos, a taxa de crescimento do negócio é de 200%, no grupo entre os 30 e os 39 anos é de 150% e nas empresas de empreendedores com mais de 40 anos a taxa de crescimento é de 131%.

Contudo, entre os países analisados, Portugal é aquele em que as empresas criadas por empreendedores crescem menos.

2006-12-05 in, www.fabricadeconteudos.com

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